Os Sistemas de Gestão Técnica de Energia de Edifícios têm a capacidade de poupar energia e melhorar a produtividade através da criação de um ambiente de trabalho confortável.
O nosso Planeta enfrenta duas tendências particularmente importantes: o aumento dos preços dos combustíveis fósseis e as preocupações sobre a mudança climática. Ambos criam fortes incentivos para a conservação de energia. Por exemplo, o World Business Council for Sustainable Development identifica os edifícios como um dos cinco principais consumidores de energia, onde "mega-tendências" são necessárias para melhorar a eficiência energética.
Os edifícios são responsáveis por 40% da energia primária na maioria dos países e o consumo está a aumentar. A Agência Internacional de Energia (AIE) estima que para os edifícios, as tendências actuais da procura de energia vão estimular em cerca de metade dos investimentos em abastecimento de energia até 2030. Dotando os edifícios de Sistemas de Gestão Técnica de Energia (SGTE), teremos a capacidade de poupar energia e melhorar a produtividade através da criação de um ambiente de trabalho confortável. A optimização proporcionada, permite criar uma melhor gestão de energia, tendo sempre em mente que, as auditorias regulares e afinações são sempre necessárias para assegurar que a gestão de energia e as poupanças daí resultantes são mantidas.
Para a realização de poupança de energia e optimização do conforto dos utilizadores são necessárias estratégias bem definidas. Cada edifício é único, tem as suas próprias características, utilização e comportamento térmico, a optimização proporcionada pelos SGTE dependente assim de vários factores, tais como o edifício em si, dos hábitos de quem o utiliza, dos níveis de controlo desejados e da estratégia de controlo definida.
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