As lâmpadas tradicionais serão banidas até 2012.
“Já não pode comprar lâmpadas incandescentes de 100 watts ou mais. A medida adoptada em toda a União Europeia (EU) pretende banir esta classe de iluminação em três anos.
As primeiras a desaparecer das prateleiras são as de 100 watts que, em Setembro, já não poderão ser vendidas. Quem insistir em importar o produto poderá receber uma multa de 5,5 mil euros. No entanto, os lojistas que ainda as tenham estão autorizados a escoa-las até acabarem o stock.
Em Setembro de 2010, desaparecerão do mercado as superiores a 75 watts e um ano depois irão retirar-se as de 60, para finalmente se proceder à eliminação total até 2012, tal como aprovou a EU, em Dezembro passado.
Com esta medida prevê-se que um milhão de toneladas de CO2 deixe de ser emitido na atmosfera até 2020 e a poupança de cinco a dez milhões de euros em toda a UE. Os consumidores poderão adoptar por lâmpadas de nova geração, sejam estas de halogéneo, fluorescentes compactas, etc.
Produtos de nova geração mais amigos do ambiente
Na lâmpada convencional, inventada por Thomas Edison em 1879 – há 130 anos –, apenas o equivalente a cinco por cento da energia eléctrica consumida é transformado em luz. Já uma fluorescente, chega a gastar até 80 % menos e a ter vida útil acima de dez mil horas – contra apenas mil horas das incandescentes.
A diferença de preço tem sido um factor de resistência importante para algumas pessoas: o produto a banir custa por volta de 60 cêntimos e o eficiente pode oscilar entre dois e dez euros. Contudo, para além da duração a redução da factura eléctrica é substancialmente maior.