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As entradas e as quedas de tensão

Na sequência de várias dúvidas apresentadas por alguns Instaladores, verifica-se que há por vezes alguma dificuldade ou desconhecimento no dimensionamento, quer das Instalações de Utilização (IU), quer das secções dos condutores relativamente às quedas de tensão máximas admissíveis, especialmente nas entradas, o que tem levado a dissabores quando as IU são sujeitas a inspecção por parte da Entidade Certificadora (Certiel).

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Para funcionar com um guia de consulta rápida e ajudar a colmatar estas lacunas apresentam-se abaixo quatro quadros, onde se podem verificar os comprimentos máximos, em metros, a utilizar nas Entradas, em função das Potências de Dimensionamento, e das Secções dos respectivos condutores.

Estes Quadros respondem ao estipulado nos pontos 801.5.2.2, 803.2.4.3.1, 803.2.4.4.2 e 803.2.4.4.3 das RTIEBT.

A queda de tensão máxima regulamentar, segundo as RTIEBT, é de 1,5 % para as instalações individuais e 0,5%, pelo que os comprimentos das canalizações das entradas especificados nos quadros 1 e 2 abaixo e para as diversas secções, respeitam essa queda de tensão.

ENTRADAS COM CONDUTORES EM COBRE



Quadro 1. Entradas Monofásicas (230 V)



Quadro 2. Entradas Trifásicas (230/400 V)

Embora os condutores de alumínio não tenham ainda uma utilização muito importante nas instalações eléctricas de utilização, os quadros 3 e 4 abaixo reflectem as mesmas situações de queda de tensão em função das seções e comprimentos, sabendo-se que o alumínio tem maior resistividade e consequentemente, os comprimentos das canalizações serão menores face a iguais secções com condutores de cobre.

ENTRADAS COM CONDUTORES EM ALUMÍNIO



Quadro 3. Entradas Monofásicas (230 V)



Quadro 4. Entradas Trifásicas (230/400 V)



AUTOR:Pinto Ferreira, Engº


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Fonte: O Electricista

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