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Domótica – Guia para a Reabilitação: Comunicações, Segurança e Conforto
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Domótica – Guia para a Reabilitação: Comunicações, Segurança e Conforto

Não querendo ser uma listagem exaustiva das funcionalidades que podem ser disponibilizadas por um sistema de Domótica, este guia está estruturado para a apresentar do ponto de vista de funcionalidades e a análise das tecnologias disponíveis em função das características especificas da reabilitação. Projecto “Cooperar para Reabilitar” da InovaDomus

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Domótica – Guia para a Reabilitação: Comunicações, Segurança e Conforto

Publicado: 6 de junho de 2016 · Categoria: Cadernos técnicos

Não querendo ser uma listagem exaustiva das funcionalidades que podem ser disponibilizadas por um sistema de Domótica, este guia está estruturado para a apresentar do ponto de vista de funcionalidades e a análise das tecnologias disponíveis em função das características especificas da reabilitação. Projecto “Cooperar para Reabilitar” da InovaDomus

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GUIA PARA A REABILITAÇÃO DOMÓTICA comunicações, segurança e conforto PROJETO “Cooperar para Reabilitar” da InovaDomus Autoria do Relatório | Consultoria RedeRia - Innovation, S.A. Índice 0. Preâmbulo5 1. A Domótica6 1.1 Segurança6 1.2 Conforto e racionalização de energia6 1.3 Gestão e manutenção da habitação7 2. Cuidados na escolha da solução8 2.1 Tecnologias standard vs. proprietárias8 2.2 Soluções cabladas vs. soluções wireless9 Acrónimos10 0. PREÂMBULO A domótica e a reabilitação Durante o período em que o setor da construção estava a apostar fortemente na construção de novos edifícios a Domótica acabou por ficar associada a um luxo supérfluo. Na realidade ela é um auxiliar importantíssimo em vários domínios da casa e não deve ser encarada como um simples gadget. No âmbito da reabilitação deve olhar-se para a domótica como um potenciador de sustentabilidade, atuando sobre vários domínios. O primeiro será a sustentabilidade ecológica, com a otimização dos recursos energéticos e a gestão do funcionamento dos eletrodomésticos. O segundo será a sustentabilidade social em que se enquadram as necessidades dos grupos mais vulneráveis, pessoas com deficiência motora, idosas ou com necessidades especiais. E um terceiro, que não é dissociável dos dois anteriores, a sustentabilidade económica que permite encarar a domótica como um auxiliar ao alcance de um maior grupo de indivíduos e não apenas como um luxo. Não querendo ser uma listagem exaustiva das funcionalidades que podem ser...

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