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Ventilação de edifícios de habitação - QAI e eficiência energética, por Armando Pinto
Princípios gerais da proposta de revisão do RCCTE
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Ventilação de edifícios de habitação - QAI e eficiência energética, por Armando Pinto
Publicado: 18 de dezembro de 2013 · Categoria: Cadernos técnicos
Princípios gerais da proposta de revisão do RCCTE
Deste documento
ECODESIGN ECODESIGN por ARMANDO PINTO, LNEC - Laboratório Nacional de Engenharia Civil Ventilação de edifícios de habitação: Qualidade do ar interior e eficiência energética Princípios gerais da proposta para a revisão do RCCTE 1. Introdução No atual contexto de aplicação do RCCTE as perdas térmicas associadas à renovação do ar são muito relevantes, chegando a corresponder a mais de 50% das perdas térmicas na estação de aquecimento. Para assegurar a qualidade do ar interior os edifícios devem ser ventilados em permanência, sendo definido no RCCTE uma taxa mínima de renovação de ar de 0,6 h-1, em condições médias de funcionamento. Como solução de “referência” no RCCTE para assegurar a QAI e a eficiência energética é considerado um sistema de ventilação natural com uma taxa de renovação de ar de 0,6 h-1 a 0,8 h-1. No RCCTE, no cálculo das perdas térmicas de edifícios com ventilação natural são consideradas taxas de renovação de ar convencionais que variam entre 0,6 a 1,35 h-1. Estes são valores elevados, que foram estabelecidos para penalizar soluções de maior permeabilidade ao ar da envolvente e sem grelhas de ventilação. Em diversos edifícios, as taxas de ventilação são substancialmente inferiores aos valores do regulamento (figura 1), tendo sido medidos valores de 0,2 h-1 em alguns casos, o que pode comprometer a qualidade do ar interior devido aos elevados teores de humidade (superior a 80%, Figura 2), da concentração de CO2 (atinge 4000 ppm) e de outros eventuais...
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