Se o seu sistema não torna a sua vida mais simples nem mais económica, não é o ideal para si. Mas com tanta oferta no mercado, como saber qual é a opção certa?
Escolher mal o sistema de domótica pode ser problemático e muito dispendioso. Mas como tomar a decisão correcta num mundo que gira cada vez mais depressa e num mercado com uma oferta cada vez maior de produtos?
Com a panóplia de sistemas e de fabricantes existentes – cada um com diferentes protocolos de comunicação –, é muito fácil cair no erro de optar por um sistema sem flexibilidade, que não permita interoperabilidade ou que simplesmente não lhe satisfaça as necessidades.
E nem mesmo os sistemas que se baseiam nos padrões da indústria conseguem garantir sempre a compatibilidade com os produtos de outros fabricantes. Uma má escolha inicial pode resultar em custos acrescidos ao longo do tempo ou mesmo obrigá-lo a deitar fora os produtos que já tinha adquirido e a começar de novo.
Na gama de entrada no mercado encontramos sistemas plug and play que podem ser adaptados a qualquer casa já construída. Estes sistemas têm ainda a vantagem de ser acessíveis e fáceis de instalar. Porém, a sua durabilidade é relativamente curta, o que leva a que sejam vistos quase como "descartáveis", sem ser uma aposta de longo prazo.
Tais sistemas utilizam habitualmente protocolos de comunicação proprietários com muito pouca compatibilidade com dispositivos inteligentes, o que os torna poucos flexíveis e rapidamente obsoletos.
No outro lado do espectro, encontramos sistemas domésticos de domóstica o de alta gama, desenhados para utilização profissional e que requerem técnicos qualificados que os instalem num edifício aquando da sua construção.
Por norma, tais sistemas utilizam os padrões universais KNX para automação de habitações e outros edifícios. São uma aposta de futuro e que garante uma correcta compatilidade e interoperabilidade com milhares de outros produtos fabricados por adoptantes destes padrões.
Tais sistemas conseguem, por exemplo, registar o movimento do sol e adaptar as condições interiores do edifício em concordância. Ao integrar estores, janelas, cortinas, controlo de temperatura e de iluminação, o seu conforto pode ser coreografado de forma automática. Ao mesmo tempo que diminui o consumo de energia eléctrica!
E se procurar um meio termo? É aí que entra o free@home, da ABB. Fácil de instalar e comparativamente acessível, permite-lhe ter um controlo de voz na sua própria casa. Algo que antes se considerava demasiado complexo, agora os instaladores eléctricos encontram aqui uma opção que permite a todos ter uma casa "inteligente".
Como escreveu Arthur C. Clark, autor de 2001, Uma Odisséia no Espaço: "Uma tecnologia suficientemente avançada é indistinguível de magia". E parece ser esse o caso do sistema free@home.
Uma sistema "mágico" que permite ligar, desligar e controlar a necessidade das luzes; alternar entre diferentes cenários; detectar movimento; controlar os estores, o aquecimento, o ar condicionado ou a comunicação com a porta. Tudo com um simples toque num botão ou ao som de um comando de voz. E graças ao API, o seu interface padronizado, está aberto a todo o mundo.
A sua vida cada vez mais fácil, enquanto poupa dinheiro ao economizar energia.
Saiba mais sobre a gama free@home seguindo este link. (Em inglês)