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Fábrica da Schneider Electric em Wuhan é distinguida pelo Fórum Económico Mundial como um de apenas três faróis globais de talento a nível mundial

Publicado: 19 de fevereiro de 2026 Categoria: Notícias do sector

Fábrica da Schneider Electric em Wuhan reconhecida pelo FEM como 'Farol' Mundial de Talento — uma de apenas três no mundo.

Fábrica da Schneider Electric em Wuhan é distinguida pelo Fórum Económico Mundial como um de apenas três faróis globais de talento a nível mundial

A Schneider Electric, líder global em tecnologia energética, anunciou que a sua fábrica de Wuhan, na China, foi reconhecida pelo Fórum Económico Mundial (FEM) como um ‘Farol’ Mundial de Talento (Global Lighthouse for Talent) – tornando-se, assim, numa de apenas três instalações a nível mundial a receber esta distinção.

A Global Lighthouse Network é uma iniciativa do FEM que reconhece as melhores unidades operacionais e cadeias de valor que tenham alcançado um desempenho excecional em termos de produtividade, resiliência da cadeia de abastecimento, foco no cliente, sustentabilidade e talento. A iniciativa foi cofundada com a McKinsey & Company e é orientada por um conselho consultivo composto por líderes do setor que trabalham em conjunto para moldar o futuro da produção industrial a nível mundial.

A categoria de Talento, recentemente introduzida, identifica unidades operacionais que alcançam um impacto transformador na força de trabalho através de soluções avançadas de organização e segurança do trabalho, planeamento, atração e integração de talentos, e ainda desenvolvimento e eficácia.

A fábrica de Wuhan é o nono Farol da Schneider Electric a nível mundial e a primeira a ser reconhecida nesta categoria de Talento, juntando-se a outras oito fábricas e centros de distribuição que já são Faróis em todo o mundo, incluindo cinco Faróis de Sustentabilidade.

Sendo um hub estratégico na cadeia de abastecimento da Schneider Electric na China e um modelo para a digitalização industrial, a fábrica de Wuhan enfrentou desafios significativos ao nível da força de trabalho, impulsionados pela rápida automação e por uma expansão de 239% do portefólio de produtos. Inicialmente, apenas 20% dos colaboradores tinha competências de automação, o onboarding demorava 75 dias e a rotatividade de técnicos atingia os 48%.

Para dar resposta a estes desafios, a Schneider Electric implementou um modelo de força de trabalho preparado para o futuro e centrado nas pessoas, combinando tecnologia, parcerias e aprendizagem contínua:

  • Pipeline de talento preparado para o future: Estabeleceu parcerias com 11 escolas profissionais para disponibilizar programas de aprendizagem digital, laboratórios de IA e bolsas de estudo, criando uma pipeline sustentável de competências.

  • Gestão de competências orientada por IA: A IA agêntica identificou e acompanhou lacunas de competências e atribuiu formação personalizada, apoiada por percursos de carreira “pay-for-skills”. O nível de preparação da força de trabalho passou de 20% para 76%, e registou-se upskill em 56% dos colaboradores.

  • Planeamento de horários centrado nas pessoas: A alocação otimizada de tarefas reduziu as horas extra e melhorou o desempenho das entregas.

  • Manutenção apoiada por IA generativa: A orientação inteligente e as parcerias de novos talentos com mentores reduziram o tempo de reparação, e a rotatividade de técnicos caiu de 48% para 6%.

  • Aceleração da introdução de novos produtos com IA: A automação de tarefas repetitivas libertou os engenheiros para trabalhos de maior valor e encurtou os ciclos de introdução de novos produtos em 66.7%. O tempo de introdução de novos produtos foi reduzido de 36 para 12 meses.

“A Quarta Revolução Industrial diz respeito tanto às pessoas como à tecnologia,” afirmou Mourad Tamoud, Chief Supply Chain Officer da Schneider Electric. “Em Wuhan, demonstrámos que quando a IA e o potencial humano trabalham em conjunto as organizações conseguem construir forças de trabalho resilientes, ágeis e preparadas para o futuro – garantindo, ao mesmo tempo, que a tecnologia cumpre o seu propósito final: gerar mais valor para os clientes.”

“Atualmente, a competitividade já não é definida apenas pela eficiência, mas pela capacidade de sentir, adaptar-se e responder rapidamente,” afirmou Kiva Allgood, Managing Director do Fórum Económico Mundial. “As unidades de transformação industrial deste ano mostram como as operações orientadas por inteligência estão a ser escaladas para colocar a resiliência e a sustentabilidade no cerne de como a indústria funciona.”

Esta distinção reflete o compromisso da Schneider Electric para com o desenvolvimento de talento preparado para o futuro, a construção de uma organização ágil e a promoção de uma cultura que capacita as pessoas e impulsiona a inovação.