Em resposta à crescente procura de redução do impacto ambiental da construção, a União Europeia estabeleceu uma directiva focalizada nesse objectivo e que transposta para a legislação nacional deu origem ao actual Sistema de Certificação Energética e Ar Interior em Edifícios.

Outras organizações desenvolveram sistemas voluntários de certificação de edifícios sustentáveis (Green Buildings), que pelo seu nível de exigência, entregam aos edifícios por elas creditados, o reconhecimento internacional do seu elevado grau de sustentabilidade.
Destes sistemas, o LEED - Leadership in Energy and Environmental Design, criado e gerido pelo U.S. Green Building Council, é aquele que tem actualmente o maior reconhecimento internacional e aceite desta forma como Standard Internacional para a certificação de edifícios sustentáveis.
O sistema LEED permite a um agente independente analisar e verificar que um edifício ou comunidade foram projectados e construídos ou remodelados, utilizando estratégias dirigidas a melhorar o rendimento de todos aqueles parâmetros que mais influenciam a redução do impacto ambiental e o bem-estar dos seus utilizadores, ao longo do seu ciclo de vida útil.
Esta certificação é voluntária e pode aplicar-se a qualquer edifício, independentemente do tipo e fase do ciclo de vida em que se encontra.
Conforme o número de créditos atribuídos, são possíveis quatro níveis de certificação que atestam o compromisso conseguido:
LEED Certified (>40 pontos), LEED Silver (>50 pontos), LEED Gold (>60 pontos) e LEED Platina (>80 pontos).
Face ao seu nível de exigência, um edifício que obtenha esta certificação assegura em primeira mão ao seu proprietário, a projecção e reconhecimento internacional do seu compromisso com a sustentabilidade e o respectivo benefício para a sua imagem e valorização da empresa e da marca.
De acordo com dados disponibilizados, aos inquilinos de um edifício assim certificado, são assegurados espaços mais agradáveis para uma maior produtividade e consegue-se a redução de custos de exploração na ordem dos 10%, reduzindo tipicamente em cerca de 50% o consumo de energia e em 40% o consumo de água. São assim tipicamente inquilinos mais solventes e dispostos a pagar rendas mais caras que acabam por alugar os espaços. A procura acaba por ser tal que as taxas de ocupação são tipicamente superiores em mais de 6% em relação a outros edifícios. Como benefício final, estes imóveis atingem valorizações numa eventual venda ou revenda que facilmente atinge os 16%.
Nesta matéria, a Philips dispõe da mais completa e inovadora gama de soluções de iluminação tradicional e LED que em combinação com os mais avançados sistemas de controlo, maximizam a eficiência energética e a qualidade do ambiente do edifício em que estejam integrados, proporcionando a obtenção dos créditos necessários para a certificação.
Das seis áreas chave cujo desempenho é avaliado, a Philips apresenta soluções para a obtenção de pontos em quatro delas, conforme a seguir se indica de forma sumária:

São vários os exemplos a nível internacional de projectos LEED feitos com Philips, destacando pela sua proximidade geográfica os edifícios sede em Espanha das seguintes empresas:
Iluminação fluorescente e sistemas de controlo autónomos
Iluminação LED e fluorescente com sistemas de controlo em rede
Iluminação total LED com sistemas de controlo em rede de iluminação e persianas

Em conclusão, a adopção e implementação voluntária de um plano para uma certificação internacional LEED, traz as diversas vantagens já mencionadas para proprietários, inquilinos, ambiente e a sociedade em geral.
Não substitui a certificação obrigatória em vigor, mas antes reforça e abarca outras componentes que acabam por elevar de forma internacionalmente reconhecida, o desempenho e o compromisso para a sustentabilidade desse edifício.
Não se esgotando esta matéria no presente artigo, recomendamos a consulta dos websites a seguir indicados para a disponibilização de mais informações e o contacto com os serviços da Philips para suporte personalizado nos aspectos específicos da iluminação.
(13/02/2013, Jorge Lourenço)